Lewis Hamilton: “A Red Bull teve que refazer o seu carro”

Lewis Hamilton voltou a defender que os carros da Red Bull não estavam de acordo com os regulamentos.

O britânico defende que a modificação das regras da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) referentes à flexibilidade dos componentes dos carros imposta a partir do GP da Bélgica limitou as performances dos carros da Red Bull.

“Na Hungria, eles foram dois segundos mais rápidos do que todos os outros. É simplesmente impossível ter uma vantagem daquelas”, disse Hamilton em declarações ao jornal alemão ‘Bild’. Questionado sobre a possível ilegalidade dos RB6, o britânico da McLaren enalteceu que depois do esclarecimento da FIA, os carros desenhados por Adrian Newey perderam grande parte da superioridade que tinham.

“Sempre nos mantivemos fiéis às regras. Os nossos funcionários sempre se questionaram se o carro deles era legal e abordamos a FIA com essa questão. Depois disso, a Red Bull teve de refazer o seu carro e dar um passo atrás. Foi uma boa decisão da FIA”, acrescenta Hamilton, que nas últimas duas corridas não somou um único ponto. Ainda assim, o piloto reforçou que se mantém empenhado em conquistar o título.

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e-books mais comun do que se imagina

É muito bom visitar a Bienal do Livro. Dá a sensação de que vivemos em um país desenvolvido onde a leitura é importante. Na Bienal vê-se famílias inteiras, muitas vezes com crianças de colo a procura de livros do interesse de cada um, assiste-se palestras com pessoas inteligentes e encontra-se com autores que fazem do oficio de escrever um sacerdócio. Mas além desta efervescência que se repete a cada dois anos, desta vez algo de novo estava no ar.

eBooks, o futuro do livro

Os eBooks, livros no formato digital, e os eBook Readers, aparelhos de leitura de livros digitais, já estavam presentes em alguns estandes e embora quantitativamente fossem insignificantes em relação ao oceano de livros expostos, se faziam notar, principalmente entre os jovens. E para quem tem acesso, como é possível ficar alheio a algo tão revolucionário quanto um eBook. Um aparelhinho do tamanho de uma agenda comum. Só que mais leve e com uma espessura ao redor um centímetro, mas que pode carregar em seu bojo o equivalente a 1.500 livros convencionais. Para se ter uma idéia do que isso representa, uma pessoa que viva até os setenta anos de idade e que tenha começado a ler livros aos 10, teria que ler um título a cada quinze dias durante sessenta anos para ler o equivalente à capacidade de armazenamento de um simples eBook Reader.  Isso sem falar na leitura de jornais e no acesso a bibliotecas do mundo todo, nas imagens e vídeos em alta resolução e no acesso ao universo de informações da Internet. Comparar com papel e tinta, é cada vez mais covardia e aquilo que eu acreditava já há alguns anos é hoje uma certeza para mim: tudo que puder ser digitalizado será digitalizado e todo tipo de conteúdo informativo migrará para o formato digital. Os livros não escaparão disso, é apenas uma questão de tempo.
E por que estranhar, se nós já vimos esse filme várias vezes? A máquina de escrever foi substituída por uma máquina digital chamada computador, a máquina fotográfica convencional foi substituída pela máquina digital, o telefone analógico foi substituído pelo digital… e todas esses equipamentos, hoje obsoletos, foram criados muito mais recentemente que o livro impresso que este ano completa exatamente 555 anos de existência.
Por que nós resistimos à idéia de que ele vai nos deixar? Simplesmente porque, nós aprendemos a amar o livro em papel, que foi nosso companheiro desde a primeira cartilha e nos propiciou infindáveis sensações, alegrias e emoções até hoje. Gostamos da capa colorida e brilhante de um novo livro, gostamos do cheiro, do contato com as páginas, e assim por diante. Como dizia o poeta: amor é convivência. Ocorre que as próximas gerações já não terão essa convivência, pois eles aprenderão a ler em um eBook e, se tudo correr bem, se apaixonarão por um equipamento da espessura de uma folha de papel que poderá armazenar e lhes fornecer séculos de informação e de conhecimento a um simples toque de dedo.

Mas o que é um livro, afinal?

É triste imaginar uma estante sem livros? Talvez! Mas vamos ser racionais, o mais importante do livro vai continuar existindo: é o texto, é o ensinamento, é aquilo que na Internet chamamos de conteúdo. Livro não é a soma de papel e tinta. Isso é apenas a embalagem do livro impresso, assim como a embalagem, do livro digital é uma mistura de vidro, plástico e circuitos. Livro é conteúdo, e este continuará a existir mesmo que em outra embalagem. A bíblia não perderá a sua força doutrinadora quando lida em um ebook, as palavras de Machado de Assis não perderão seu brilho ao desfilarem pela tela de um ebook e as namoradinhas do futuro que tiverem sorte, não deixarão de sorrir apaixonadas ao ouvir um poema de Fernando Pessoa na voz de seu amado só porque foram lidas em um ebook. Sorria! O nosso querido livro não está indo embora. Ele está apenas adquirindo uma nova roupagem, muito melhor e mais adequada aos tempos atuais.

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setembro 2010

A popular dos tapeceiros

www.apopular.com.br

Promoção de Setembro

Capa para cobrir carro 100% forrada marca Apopular

Capa para cobrir automoveis com forro TOTAL !!!! (teto,capo,porta malas e laterais do veiculo).


Fabricação Própria.



Confecionada em Polietileno,que permite maior ventilação entre o carro e a capa.

Capa 100% impermeável.

Em 3 tamanhos disponiveis,”P”, “M” e “G”.

Capa com forro total  em TNT, 100% forrada, 100% impermeável ,sol ,chuva e raios UV

Frete grátis para todo o Brasil !!!!!!!!!!!!!

R$ 80,00

ou até 8 x de R$ 11,71


Novidades Setembro

Inicio da fabricação própria de capas para cobrir carro

Olá, estamos muito felizes em informar que começamos a fabricar as capas de cobrir carro, com marca própria, Apopular,são capas de alto padrão, com forro total parcial e sem forro, para todos os veiculos nacionais e importados,alem de capas em nylon.

Continuamos a vender as exelentes capas de cobrir carro da marca jacaré e maxine.

Mas o diferecial é o preço , uma capa 100% forrada com frete gratis para todo o brasil custa 80,00 em trono de 20% a menos que as demais marcas.

Além disto lançamos nossa nova loja virtual exlusiva para atacado de capas,

http://www.capasdecarro.com.br

Faturamos para empresas no boleto ou no cheque.

Blog Apopular

Lançado o novo blog da Apopular com muito e-commerce , o que rola no setor e entretedimento, mais de 3 artigos novos toda a semana, não deixe de nos conhecer.

http://www.apopular.com.br/blog

OscFácil

Loja virtual de codigo fonte aberto e disponivel para download gratuitamente, com suporte em português ,um grande projeto para todos que estão pensando em entrar na rede para venda,

Loja oscommerce com alterações e especialmente desenvolvida para o Brasil, Apoie este projeto

http://www.oscfacil.com

Nos apoiamos o comercio virtual com suporte e desenvolvimento de scripts de distribuição livre e gratuita.

http://www.oscfacil.com/blog/about/


Artigo do mês

Brasil é maior mercado de comércio eletrônico da América Latina.

O comércio eletrônico da América Latina e Caribe deve movimentar US$ 69,7 bilhões em 2011. Apenas o Brasil vai representar 45% desse total, o que coloca o País como maior mercado de e-commerce da região.

Dados da E-Consulting apontam que outros países com boa movimentação nas compras pela internet são México, Venezuela, Argentina, Chile e Colômbia. Juntos, eles somam 35%. Os demais países têm 10% de representatividade.

Crescimento. Na pesquisa, a consultoria aponta alguns aspectos que podem levar a um crescimento ainda maior do setor no Brasil. Do lado da oferta, estão investimentos das operações online, a implementação de estratégias multicanais e o aumento da participação de pequenas empresas, além de políticas agressivas de financiamento ao consumidor.

No lado da demanda, o crescimento econômico e o aumento da renda média do brasileiro, somados à emergência das classes C e D e ao maior acesso à banda larga, também devem contribuir para um maior volume no comércio eletrônico nacional.

Preferências. Durante o primeiro semestre de 2010, os produtos mais vendidos pela internet foram mídias –CDs, DVDs e games, totalizando R$ 1,91 bilhão. Outro segmento bem movimentado foi o de saúde e beleza, com R$ 1,88 bilhão, e, em terceiro lugar, aparecem livros e periódicos, que somam R$ 1,65 bilhão.

Considerando a categoria bens de consumo como um todo, o crescimento anual estimado pela E-Consulting é de 31,5% no período entre 2002 e 2012.

Tendências. Duas importantes tendências para o comércio eletrônico brasileiro são apontadas pela pesquisa. Uma delas é o aumento no uso de dispositivos móveis (celulares, smartphones, tablets) para comparação de preços ou compras online.

“No Reino Unido, por exemplo, 20% dos usuários de iPhone já utilizam seus aparelhos para isso”, diz a pesquisa. Tecnologias de localização geográfica (geolocation) também abrem oportunidades de interagir com os consumidores onde quer que estejam.

Outra tendência são os blogs e pequenos sites, que vão ocupar cada vez mais espaço no e-commerce, graças aos novos aplicativos que facilitam as vendas. “Formas de pagamento terceirizadas facilitarão a integração destes sites com as formas de pagamento online, como cartões de crédito”, completa o estudo.

fonte: InfoMoney, Exame, Folha SP.

Leia este e mais de 30 artigos já publicados em nosso blog

http://www.apopular.com.br/blog

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Brasil é maior mercado de comércio eletrônico da América Latina.

O comércio eletrônico da América Latina e Caribe deve movimentar US$ 69,7 bilhões em 2011. Apenas o Brasil vai representar 45% desse total, o que coloca o País como maior mercado de e-commerce da região.

Dados da E-Consulting apontam que outros países com boa movimentação nas compras pela internet são México, Venezuela, Argentina, Chile e Colômbia. Juntos, eles somam 35%. Os demais países têm 10% de representatividade.

Crescimento. Na pesquisa, a consultoria aponta alguns aspectos que podem levar a um crescimento ainda maior do setor no Brasil. Do lado da oferta, estão investimentos das operações online, a implementação de estratégias multicanais e o aumento da participação de pequenas empresas, além de políticas agressivas de financiamento ao consumidor.

No lado da demanda, o crescimento econômico e o aumento da renda média do brasileiro, somados à emergência das classes C e D e ao maior acesso à banda larga, também devem contribuir para um maior volume no comércio eletrônico nacional.

Preferências. Durante o primeiro semestre de 2010, os produtos mais vendidos pela internet foram mídias –CDs, DVDs e games, totalizando R$ 1,91 bilhão. Outro segmento bem movimentado foi o de saúde e beleza, com R$ 1,88 bilhão, e, em terceiro lugar, aparecem livros e periódicos, que somam R$ 1,65 bilhão.

Considerando a categoria bens de consumo como um todo, o crescimento anual estimado pela E-Consulting é de 31,5% no período entre 2002 e 2012.

Tendências. Duas importantes tendências para o comércio eletrônico brasileiro são apontadas pela pesquisa. Uma delas é o aumento no uso de dispositivos móveis (celulares, smartphones, tablets) para comparação de preços ou compras online.

“No Reino Unido, por exemplo, 20% dos usuários de iPhone já utilizam seus aparelhos para isso”, diz a pesquisa. Tecnologias de localização geográfica (geolocation) também abrem oportunidades de interagir com os consumidores onde quer que estejam.

Outra tendência são os blogs e pequenos sites, que vão ocupar cada vez mais espaço no e-commerce, graças aos novos aplicativos que facilitam as vendas. “Formas de pagamento terceirizadas facilitarão a integração destes sites com as formas de pagamento online, como cartões de crédito”, completa o estudo.

fonte: InfoMoney, Exame, Folha SP.

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OFFTOPIC: Pérolas da politica 2010

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Trailer do filme um parto de viajem

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Exterminador do futuro


Via Capinaremos.com

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Loja virtual conceito

O que são Lojas Virtuais. O surgimento das lojas virtuais. Planejamento e implantação de lojas virtuais. Como se realiza a venda pela Internet

Baseado no eBook:”Lojas Virtuais – Como vender na Internet”

As lojas virtuais surgiram em meados dos anos 90 e são a face visível de uma verdadeira revolução no comércio. Nas lojas virtuais não há necessidade da presença física nem do comprador, nem do vendedor; lojas virtuais não necessitam do manuseio de papel moeda e, tampouco, necessitam da mercadoria no momento da transação. Nas lojas virtuais, a relação ocorre entre um comprador e um sistema hospedado em um computador localizado em qualquer lugar do planeta.

Lojas Virtuais – Conceito
Muito embora toda loja virtual seja um website, nem todo site é uma loja virtual, ou seja, nem todo site vende produtos ou serviços on-line. Existem inúmeras outras funções desempenhadas pelos sites além da venda direta, tais como divulgação institucional, compras, relações com fornecedores, treinamento de funcionários, e diversas outras. Esses sites não são considerados lojas virtuais, tendo em vista que lojas virtuais são sites de e-commerce, onde o cliente visualiza e escolhe seu produto, coloca no carrinho de compras e passa no caixa para realizar o pagamento, num processo totalmente on-line.

A importância das Lojas Virtuais
A lojas virtuais desempenham um papel estratégico para qualquer negócio na Internet. É nas lojas virtuais que o visitante será apresentado aos produtos e, quiçá, vai se sentir motivado para realizar a compra. Partindo-se da premissa que os produtos são de interesse do visitante e estão sendo oferecidos a um preço justo, a decisão de compra vai depender da qualidade da loja virtual em transmitir informações precisas ao comprador; além da confiabilidade, segurança e facilidade de navegação encontrada.

O planejamento das Lojas Virtuais
Estrutura das Lojas Virtuais
A rigor, lojas virtuais são uma série de sistemas que vão interagir com o usuário; de tal forma que ele possa realizar ações que, preferencialmente, culminem com uma compra. Esses sistemas podem ser adquiridos de terceiros ou desenvolvidos internamente, mas é fundamental que funcionem a contento, dando respostas ágeis e eficientes aos usuários 365 dias por ano, 24 horas por dia. Você pode estar em um barco no Caribe comemorando o reveillon, mas suas lojas virtuais deverão estar no ar atendendo seus clientes.

Hospedagem das Lojas Virtuais
O correto funcionamento das lojas virtuais, 24 hs por dia, 360 dias por ano depende primordialmente de um bom provedor de serviços de hospedagem. Não vale a pena economizar aqui. Mesmo porque, o custo desse tipo de serviço está bem acessível no Brasil, graças a grande concorrência de fornecedores de infra-estrutura.

Lojas Virtuais e segurança nas transações
No mundo de cimento, costuma-se dizer que nada é 100% seguro, tanto assim que nas lojas tradicionais existe uma margem de perdas considerada aceitável pelos comerciantes. Na Internet esse princípio também é válido mas é importante se precaver para minimizar o risco. Os problemas que ocorrem com mais freqüência no caso das lojas virtuais são a Clonagem da loja, Invasão de sistemas e acesso a informações sigilosas. Problemas que são evitados com a certificação do site, encriptação das informações e outras medidas de segurança já acessíveis ao empreendedor na Internet.

Parceiros financeiros e meios de pagamento

As Lojas Virtuais devem disponibilizar aos seus clientes diversas opções de pagamento. Tradicionalmente, o boleto bancário e o cartão de crédito são os meios mais disponibilizados pelos lojistas. Quanto mais opções de pagamento houver, melhor para os clientes, porém, existem considerações relacionadas a custos durante a montagem dos sistemas de pagamento e a escolha do banco e operadora de cartões que devem ser consideradas pelo lojista.

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O valor de ser top 10 no google

No atual estágio de desenvolvimento do e-commerce, diversas estratégias de marketing digital são implantadas visando um aumento na visitação dos sites. Email marketing, marketing viral, links patrocinados, bAnners, programas de afiliados, redes sociais… são todas estratégias válidas e eficientes na geração de tráfego. No entanto, em termos de resultados, nada supera um posicionamento top 10 no Google para palavras-chave relevantes. Em primeiro lugar, porque o posicionamento na primeira página do Google representa a entrada de um grande número de visitantes com alto potencial de conversão. Isso ocorre porque os usuários de sites de busca estão a procura de seu produto e manifestaram por duas vezes esse interesse: ao digitar uma palavra-chave associada ao seu produto ou serviço e ao clicar no resumo da página apresentado pelo Google.
O benefício de ser um Google Top 10
Além disso, uma posição google top 10 significa um fluxo constante de visitantes a um custo praticamente zero. Para saber quanto isso representa em termos de economia basta levantar o custo médio por clique para as palavras-chave que estão sendo utilizadas, isso pode ser feito através do Adwords, e multiplicar esse valor pelos milhares de cliques recebidos mensalmente através da busca orgânica. Já para uma loja virtual que deseja saber quanto o Google transfere de receita, basta multiplicar o número de cliques recebidos através da busca orgânica pela taxa de conversão, que é a quantidade média de visitantes que se tornam clientes. Esse valor pode surpreender e, em alguns casos, representar mais de um terço do faturamento da loja.

Tem fundamento então, o grande desejo dos empreendedores em aparecer na primeira página do Google, como top 10. Melhor ainda seria aparecer como top 3, na dobra superior da página, de tal forma que o usuário possa clicar no resumo do site – snippet – sem ter que usar a barra de rolagem, ou quem sabe, emplacar a posição top 1, aquela página que, segundo avaliação do Google, é a mais relevante de toda a Internet para aquela palavra-chave.

Naturalmente, posicionar um página como Google top 10 para uma palavra-chave com grande demanda não é uma tarefa totalmente fácil, mas pode-se dizer com segurança que é algo plenamente factível para qualquer site que apresente um conteúdo de qualidade. Ocorre que essa questão da qualidade é algo ainda nebuloso para muitos empreendedores e até consultores: para ser relevante, e consequentemente ser eleita para estar no topo dos resultados de busca, a página deve trazer valor para o usuário, portanto qualquer ação de otimização deve, antes de mais nada, procurar melhorar a utilidade dessa página para o usuário. O Google utilizando critérios, como percentual de cliques, tempo de navegação, taxa de rejeição, entre outros, tem como estimar a receptividade dos usuários àquela página e usa essa informação para determinar o posicionamento nos resultados. É por essa razão, que uma página pode mudar de posição no ranking do Google em questão de horas, mesmo sem ter sofrido nenhuma alteração.
A otimização de sites é uma especialização do marketing digital e torna-se uma atividade cada vez mais importante à medida em que o e-commerce e a propaganda on-line se desenvolvem. O empreendedor pode aprender as técnicas de otimização por meio de leitura ou cursos e trabalhar pessoalmente em seu site, ou pode também, contratar um consultor que conheça muito bem o assunto e agilizar o processo. De qualquer modo, é fundamental conhecer a lógica de funcionamento do Google e ter isso como referência na fase de implantação do site ou no caso de qualquer alteração ou upgrade.

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A magia da gratuidade

Na esquina próxima a minha casa, assim como em milhares de esquinas de São Paulo, existe uma banca de jornal. Mas embora eu passe em frente a ela quase todos os dias e seja um leitor contumaz, não paro por lá e ando duas quadras a mais para comprar o que desejo na próxima banca. A razão para isso é simplesmente o fato de que sou um irremediável folheador de jornais e revistas e gosto de vasculhar todo o estoque antes de decidir o que levar, e se vou levar algo. O dono da primeira banca não gosta que seus clientes folheiem os jornais, já o segundo, não só aceita isso, como me estimula mostrando novas publicações e puxando conversa sobre assuntos que estão na imprensa. O resultado prático disso é que a banca mais próxima de minha casa não vende para mim e a banca mais distante vende de forma corriqueira.

A diferença entre as duas situações é a atitude de cada empresário. O segundo, intuitivamente ou por experiência, entende a importância de se investir no cliente oferecendo-lhe algo associado ao seu produto de forma gratuita, pois ele sabe que a partir daí vai se criar um relacionamento que, mais cedo ou mais tarde, vai gerar uma ou muitas vendas recorrentes. No exemplo citado, o que foi oferecido gratuitamente foi simplesmente a atenção do empresário e a liberdade dada ao cliente de se sentir dono do espaço e poder vasculhar o estoque da forma que quiser e por quanto tempo quiser. No entanto, poderia se tratar de qualquer outra coisa como um pequeno presente ou amostra de produto.

A prática de se oferecer algo grátis ao cliente é antiga no comércio tradicional, onde sempre funcionou muito bem. No comércio eletrônico que se disseminou a partir da universidade, um ambiente onde a gratuidade é comum, essa estratégia também se mostra extremamente eficaz. Ela é a base do chamado Marketing Viral, ação de se colocar algo na rede que seja de grande interesse e útilidade e seja gratuita, de tal maneira que as próprias pessoas se encarreguem de sua distribuição. Um exemplo clássico disso é o hotmail, o serviço de email gratuito que se espalhou pela rede como um vírus, e cada novo email enviado, seguia junto a publicidade, o que significava mais pessoas que tomavam conhecimento do serviço, realimentando uma progressão geométrica de crescimento.
O Google é outro grande exemplo de empresa que faz da gratuidade quase que uma filosofia de vida. Começou oferecendo um serviço gratuito de busca de informação, de qualidade superior e hoje é a líder absoluta no setor em todo o mundo. Durante anos atuou no vermelho, mas cativou milhões de usuários aprimorando constantemente a qualidade de seus serviços, sempre de forma gratuita. Atualmente, o Google vale algumas centenas de bilhões de dólares e fatura milhões com anunciantes que querem chegar até os seus usuários. Boa parte dessa receita é utilizada para desenvolver ou comprar novas soluções que serão oferecidas à empresas e usuários, sempre gratuitamente. É o caso do “Google analytics”, uma excelente ferramenta de análise de visitação e desempenho de sites que antes de ser adquirida, era muito bem paga pelas empresas que necessitam desse serviço. Na realidade, o Google oferece tantos serviços gratuitos aos seus usuários e com tal frequência que fica difícil acompanhar e utilizar todos eles. .

Como modelo de empresa de sucesso na nova economia o Google segue os seguintes princípios: primeiro ofereça gratuidade, em seguida estabeleça um bom relacionamento estimulando a fidelização e, finalmente, disponibilize seus serviços pagos para quem se interessar. O empreendedor que entender e souber colocar em prática essa lógica tem boas chances de se dar bem na Internet

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